Telessaúde MS

Pergunta Semanal

Tempo de Leitura

1 minutos

Data de Postagem

21/12/2023

RESPOSTA:

Resposta:

Como forma de incorporar a atividade física nas instituições de ensino, o profissional da APS deve desenvolver estratégias que atraiam a participação do público-alvo. Entre essas estratégias podem ser citadas: passeios ciclísticos, gincanas esportivas, apresentação de esportes pouco conhecidos no Brasil, visitas de esportistas vitoriosos, exibição de companhias musicais e de dança, entre outros. Esses são projetos simples que podem ser desenvolvidos de maneira fácil e rápida pelos organizadores. No entanto, alguns projetos elaborados com mais tempo e recursos também podem ser realizados e trarão um resultado de excelência. Bom exemplo disso é o “Dia do Esporte na escola” no qual determinado dia do ano letivo seria separado exclusivamente para práticas corporais. 

Assim, ao realizar essas técnicas na escola o profissional da APS estará não só prevenindo os estudantes de doenças crônicas, obesidade, depressão e outras enfermidades, mas também estimulará a autoestima pessoal uma vez que eleva a qualidade de vida física do ser humano.

Referências: 

CASTRO, R. C. L. DE .; KNAUTH, D. R.. Papel dos atributos dos profissionais médicos na produção da abordagem centrada na pessoa em atenção primária à saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, n. 2, p. 803–812, fev. 2022. 

FONSECA, Jaqueline Silva et al. Imagem corporal e autoestima em adolescentes da rede pública estadual de Salvador-Bahia. Psicologia em Estudo, [S.l.], v. 28, 08 maio 2023. 

RIBEIRO, S. P.; CAVALCANTI, M. DE L. T.. Atenção Primária e Coordenação do Cuidado: dispositivo para ampliação do acesso e a melhoria da qualidade. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 5, p. 1799–1808, maio 2020. 

SILVA, J. A. DA . et al.. Programas de intervenção para atividade física nas escolas brasileiras: revisão com base no modelo RE-AIM. Ciência & Saúde Coletiva, v. 24, n. 9, p. 3443–3456, set. 2019. 

SOUZA, E. A. DE . et al.. Atividade física e alimentação saudável em escolares brasileiros: revisão de programas de intervenção. Cadernos de Saúde Pública, v. 27, n. 8, p. 1459–1471, ago. 2011.

Descritores CIAP2 

-45 Educação em saúde/ aconselhamento/ dieta 

A98 Medicina preventiva/ manutenção da saúde 

P03 Tristeza/ Sensação de depressão 

T82 Obesidade

Teleconsultores

Juliana Dias Reis Pessalacia – Pós Doutora em Enfermagem em Saúde Coletiva pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE USP), Mestre e Doutora em Enfermagem Psiquiátrica pela Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP). Docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Campus de Três Lagoas. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4043784563120025 

Priscila Damaceno Santos – Bacharel em Enfermagem pela Universidade de Franca (UNIFRAN), mestranda no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Enfermeira-área da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul/Campus de Três Lagoas. 

Lattes: http://lattes.cnpq.br/5205986415667053 

Alexandre Augusto Souza – Graduando do Curso de Graduação em Medicina do Campus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3714447196905318 

Ana Carolina Cortina Ajala – Graduanda do Curso de Graduação em Medicina do Campus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Lattes: https://lattes.cnpq.br/8021543588938116 

Matheus Henrique Sa Branco – Graduando do Curso de Graduação em Medicina do Campus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. 

Lattes: http://lattes.cnpq.br/3040717448152084 

Vithor Peixoto Medeiros – Graduando do Curso de Graduação em Medicina do Campus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.