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Coronavírus (COVID-19)

mar , 2020,
Ana Damore
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Coronavírus (CID10) é uma família de vírus que causam infecções respiratórias.

O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Diante da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) por doença respiratória, causada pelo novo coronavírus (2019-nCoV) e considerando-se as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), as equipes de vigilância dos estados e municípios, bem como quaisquer serviços de saúde, devem ficar alertas aos casos de pessoas com sintomatologia respiratória e que apresentam histórico de viagens para áreas de transmissão local nos últimos 14 dias.

Como é definido um caso suspeito do Coronavírus (COVID-19)?

 

1. CASO SUSPEITO DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)

Situação 1 – VIAJANTE

Pessoa que apresente febre E pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal e dispneia) E com histórico de viagem para país com transmissão sustentada OU área com transmissão local nos últimos 14 dias (figura 1);

 OU

Situação 2 – CONTATO PRÓXIMO

Pessoa que apresente febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal e dispneia) E histórico de contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19, nos últimos 14 dias.

 

2. CASO PROVÁVEL DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)

Situação 3 – CONTATO DOMICILIAR

Pessoa que manteve contato domiciliar com caso confirmado por COVID-19 nos últimos 14 dias E que apresente febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de O2 < 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal e dispneia). Nesta situação é importante observar a presença de outros sinais e sintomas como: fadiga, mialgia/artralgia, dor de cabeça, calafrios, manchas vermelhas pelo corpo, gânglios linfáticos aumentados, diarreia, náusea, vômito, desidratação e inapetência.

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3. CASO PROVÁVEL DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)

LABORATORIAL:

 Caso suspeito ou provável com resultado positivo em RT-PCR em tempo real, pelo protocolo Charité.

CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO:

Caso suspeito ou provável com histórico de contato próximo ou domiciliar com caso confirmado laboratorialmente por COVID-19, que apresente febre OU pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios, nos últimos 14 dias após o contato, e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

 

4. OBSERVAÇÕES:

FEBRE: Considera-se febre aquela acima de 37,8°.

Alerta-se que a febre pode não estar presente em alguns casos como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou que em algumas situações possam ter utilizado medicamento antitérmico. Nestas situações, a avaliação clínica deve ser levada em consideração e a decisão deve ser registrada na ficha de notificação.

CONTATO PRÓXIMO DE CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE COVID-19:

    • Uma pessoa que teve contato físico direto (por exemplo, apertando as mãos).
    • Uma pessoa que tenha contato direto desprotegido com secreções infecciosas (por exemplo, sendo tossida, tocando tecidos de papel usados com a mão nua).
    • Uma pessoa que teve contato frente a frente por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros.
    • Uma pessoa que esteve em um ambiente fechado (por exemplo, sala de aula, sala de reunião, sala de espera do hospital etc.) por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros.
    • Um profissional de saúde ou outra pessoa que cuida diretamente de um caso COVID-19 ou trabalhadores de laboratório que manipulam amostras de um caso COVID-19 sem equipamento de proteção individual recomendado (EPI) ou com uma possível violação do EPI.
    • Um passageiro de uma aeronave sentado no raio de dois assentos (em qualquer direção) de um caso confirmado de COVID-19, seus acompanhantes ou cuidadores e os tripulantes que trabalharam na seção da aeronave em que o caso estava sentado.

 

DOMICILIAR DE CASO SUSPEITO OU CONFIRMADO DE COVID-19:

Uma pessoa que reside na mesma casa/ambiente. Devem ser considerados os residentes da mesma casa, colegas de dormitório, creche, alojamento, etc. A avaliação do grau de exposição do contato deve ser individualizada, considerando-se, o ambiente e o tempo de exposição.

 

5. DEFINIÇÕES DE CASOS OPERACIONAIS PARA A VIGILÂNCIA EM SAÚDE PÚBLICA

Definições de caso operacionais para a vigilância em saúde pública não são definições clínicas. Os médicos podem identificar situações em que a avaliação clínica pode ser levada em consideração e a sua decisão deve ser registrada na ficha de notificação e prontuário do paciente.

 

Outras informações:

 

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Agenda de Entrevistas

31 jan , 2020,
Ana Damore
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Confira a Agenda de Entevistas: AgendaDeEntrevistas_CredenciamentoEdital_Nº005_SÉTIMOADENDO_2020

Local de entrevistas dos candidatos: Av. Senador Filinto Müler, 1480 – Pioneiros, Campo Grande – MS

Escola Pública de Saúde –  Telessaúde MS

 

Telessaúde MS Explica: Quantos tipos de Dengue existem?

16 jan , 2020,
Ana Damore
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De acordo com o Ministério da Saúde, existem 4 tipos de vírus de dengue.

Os 4 sorotipos são DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4

Vale lembrar que todos os sorotipos podem causar tanto a forma clássica da doença quanto a hemorrágica. Porém, de acordo com a Fiocruz, o DEN-3 é o responsável por causar formas mais graves da doença, seguido pelo DEN-2, DEN-4 e DEN-1. Esse último é visto como o mais explosivo dos quatro e pode causar grandes epidemias em um curto prazo.

Assintomática: a pessoa é infectada pelo vírus, mas não apresenta sintomas da doença.

Dengue Clássica: nesse caso, a primeira manifestação é febre alta (39° a 40°C) e de início abrupto, normalmente seguida de dor de cabeça ou nos olhos, cansaço ou dores musculares e ósseas, falta de apetite, náuseas, tonteiras, vômitos e erupções na pele (semelhantes à rubéola). A doença tem duração de cinco a sete dias e o período de convalescença pode ser acompanhado de grande debilidade física, estendendo-se por semanas.

Dengue Hemorrágica: a forma mais grave da doença, pode levar à morte. Nesse caso, o tratamento é realizado em um hospital e deve ser acompanhado de perto pelo médico. Vale lembrar que os sintomas são muito parecidos com o da Dengue Clássica, só que por volta do terceiro dia, o doente passa a ter sangramentos, principalmente nas gengivas e na pele, além de vômitos persistentes e dor abdominal intensa e contínua.

Febre Hemorrágica da Dengue ou Síndrome do Choque da Dengue: a manifestação mais grave e rara da Dengue hemorrágica apresenta características como palidez, hipotermia, alterações no nível de consciência, alterações circulatórias, pressão baixa e taquicardia, e pode levar à morte.

 

Fontes:

Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/dengue

Fundação Oswaldo Cruz MG: http://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/dengue/

 

 

 

Web Aula: Arboviroses

jan , 2020,
Ana Damore
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Web Aula - Arboviroses

Web Aula: ARBOVIROSES

MANEJO CLÍNICO DAS ARBOVIROSES:
Dra Andyane Tetila – Médica Infectologista

FLUXOS DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS ARBOVIROSES:
Enfermeira Jessica – Gerência Técnica de Doenças Endêmicas

ASPECTOS LABORATORIAIS DAS ARBOVIROSES:
Gislene Lichs – Lacen MS

Público Alvo: Profissionais da Atenção Básica, Técnicos de Enfermagem, Enfermeiros e Médicos.

Quarta-feira 22/01/2020 – A partir das 09:00h de MS (10:00 Brasília) estaremos com a sala de Web Aula Arboviroses
disponível a no link: http://telessaude.saude.ms.gov.br/participe/

1. Selecione as opções do seu município, no campo “Responsável” será o seu nome conectado na webconferência.
2. Após o preenchimento, clicar em “+ participante”, coloque todos os dados de todas as pessoas presentes clicando novamente para adicionar outro participante.
3. Caso não dê tempo de inserção de todos os participantes ou caso cheguem atrasados, você pode inserir após o termino da Web Aula, mas por favor, adicione no mesmo dia pois monitoramos por data.
4. Após a inserção de dados clique em salvar e confirme o seu nome.
5. Caso não tenha informações dos códigos de seu município e profissão, escreva seu cpf e digite pesquisar no link abaixo:

http://cnes.datasus.gov.br/pages/profissionais/consulta.jsp

6. Em seguida mostrará o nome que você digitou e clique em entrar.
7. Após o carregamento da página, abrirá duas opções: Microfone ou Somente ouvir,
recomendamos que clique em “Somente ouvir” e assista a Web Aula.
Suporte na utilização da plataforma de Web Conferência: (67) 3323-7100 opção 2 / Helpdesk
Obs.: A partir das 09:00h de MS (10:00h Brasília) estaremos com a sala de webconferência aberta para teste de conectividade e som e eventual auxilio na configuração de som e/ou vídeo.

Dicas para conexão:

Participação através de computador com acesso à internet banda larga.

É necessário: caixa de som, microfone e webcam (opcional) conectado ao computador

Acesse o endereço: http://webconf2.rnp.br/telessaude-ms e escolha “entrar como convidado”

Digite seu nome, município e função e clique em “entrar” – Exemplo: “Maria – Campo Grande – Enfermeira”

Aguarde um instante: Seja bem-vindo à sala virtual!
Obs.: No dia 22/01/19, a partir das 08h30min, a sala de webconferência estará aberta para teste de conectividade e som e eventual auxilio na configuração de som e/ou vídeo.

Mais informações: http://telessaude.saude.ms.gov.br/portal/?p=782
Equipe Telessaúde Brasil Redes Mato Grosso do Sul
(67) 3345-8070